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Crédito: Divulgação CDHU/Habitação

17/09/2022 Sábado 12:10hs

CDHU entrega 88 casas em Nova Luzitânia e Borborema e inicia 671 novas moradias em sete municípios

A Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU), empresa vinculada à Secretaria de Estado da Habitação, entregou nesta sexta-feira, 88 casas nas cidades de Nova Luzitânia e Borborema. Durantes os eventos, que contaram com a presença do presidente da CDHU, Silvio Vasconcellos, foi autorizado o início da edificação de mais 671 unidades habitacionais, em sete municípios.

O primeiro evento aconteceu em Nova Luzitânia, região de Araçatuba, com a entrega de 64 casas do Conjunto Habitacional Jardim dos Ipês. Ao todo, o residencial terá 121 unidades, sendo que as 57 restantes estão em construção. Com investimento de R$ 8,2 milhões, o empreendimento está sendo edificado na Rua João Batista Botelho, local onde foi realizada a cerimônia de entrega de chaves. 

“No mesmo dia em que vocês recebem  estas 64 casas aqui em  Nova Lusitânia,  quero avisar que a CDHU acaba de liberar  o início da construção de mais 671, em  toda essa região do estado.são centenas de famílias que no ano que vem terão a mesma conquista a mesma emoção que estão sentindo nesta tarde” , disse o presidente da CDHU, Silvio Vasconcellos, ao público presente ao evento. 

“Nestes 30 anos de trabalho na CDHU a tecnologia mudou muito. Hoje as casas têm até energia solar. Mas, a emoção de entregar as chaves na mão de uma mãe de família e de poder compartilhar este momento de conquista, não muda nunca. É sempre  motivo de muita satisfação  e alegria”, completou o presidente da companhia.

Borborema

Na sequência, foram entregues 24 casas na cidade de Borborema, região Central do Estado. A CDHU investiu R$ 3,3 milhões na obra. O evento aconteceu no próprio Conjunto Habitacional Conjunto Habitacional Maria Lopes Biazotto, localizado Rua Maria Hermógenes Marins Mourão, paralela com Rua José Theodoro Puzzi.

As casas entregues têm dois dormitórios, sala, cozinha, banheiro e lavanderia, distribuídos em 47,87 m2 de área útil. As unidades contam com piso cerâmico, azulejo no banheiro, na cozinha e na área de serviço, laje, cobertura em estrutura metálica e sistema de geração de energia solar fotovoltaica. 
Os empreendimentos foram viabilizados em parceria com as prefeituras, que doaram os terrenos. As famílias contempladas foram escolhidas por meio de sorteios eletrônico auditado, realizados em julho (Borborema) e novembro (Nova Luzitânia) de 2020. 

Novas moradias

Durante os eventos de entrega de chaves, em Borborema e Nova Luzitânia, foram assinadas ordens de início de serviço para a construção de 671 novas moradias. 

Com um investimento de R$ 70 milhões, essas obras são referentes à segunda etapa da construção dos empreendimentos. Na primeira fase, é realizada a urbanização dos lotes com pavimentação e implantação de água, esgoto e outros itens. Agora serão executadas as edificações das unidades.

As casas terão área útil de 38,15 m² com dois quartos, sala, cozinha, banheiro e área de serviço. As unidades serão edificadas nos seguintes municípios: Irapuã são 19 casas com investimento de 1,9 milhões; Macedônia, 75 unidades e R$ 7,8 milhões de recursos; Nova Granada, 207 unidades com R$ 21,8 milhões de investimento; Pindorama 69 unidades e R$ 7,1 milhões de investimento; Quintana, 105 unidades e R$ 11,5 milhões de investimento; Riolândia, 53 unidades e R$ 5,5 milhões de investimento; e Valentim Gentil, 143 unidades e R$ 14,4 milhões de investimento. Com exceção de Quintana, que fica na região de Marília, os demais municípios são da região de São José do Rio Preto.

Os imóveis produzidos pela CDHU são financiados de acordo com as novas diretrizes da Política Habitacional do Estado de São Paulo, que preveem juro zero para famílias com renda mensal de até cinco salários mínimos. Assim, as famílias pagam praticamente o mesmo valor ao longo dos trinta anos de contrato, que sofrerá apenas a correção monetária calculada pelo IPCA, o índice oficial do IBGE. O valor das parcelas é calculado levando-se em conta a renda das famílias, que podem comprometer, no máximo, 20% dos rendimentos mensais com as prestações. 

Fonte: Superintendência de Comunicação Social
 

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